quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Descobri que meu marido é gay, o que eu faço?
Diversidade é uma palavra que está na moda e abriu espaço nos últimos anos para uma maior liberdade de ser e de se relacionar, entre outros aspectos. Esta liberdade talvez tenha sido a força motriz para que muitas pessoas hoje assumam uma orientação sexual diferente daquela que haviam vivenciado anteriormente.
Segundo a psicóloga, terapeuta de casal e família, Denise Miranda de Figueiredo, cofundadora do Instituto do Casal, houve um aumento de casos na prática clínica de homens casados com mulheres assumindo sua homossexualidade, assim como mulheres casadas com homens que acabam preferindo se relacionar com mulheres.
“O que vemos hoje em dia é um novo movimento. Algumas famílias estão se deparando com essa situação em que o homem ou a mulher se assume homossexual e decide pelo divórcio para poder viver de acordo com a sua verdadeira orientação sexual”, comenta Denise.
Entretanto, é uma situação complexa e não se resolve de um dia para o outro. Além disso, as decisões que precisam ser tomadas devem ser pensadas com calma, o que não é fácil quando você descobre que o (a) parceiro (a) tem outra preferência sexual. “Ninguém está preparado para receber este tipo de notícia”, explica Denise.
Sofrimento em ambos os lados
“A pessoa que é homossexual, mas mantém uma relação hetero, vive em dois mundos diferentes. Ele ou ela pode se sentir culpado (a), precisa inventar desculpas o tempo todo, mentir e nos momentos íntimos é possível que o corpo esteja lá, mas a mente não. O sexo pode se tornar desconfortável e causar ressentimento, ou seja, pode-se colocar “culpa” no outro por não vivenciar a sexualidade da forma como ele/ela gostaria”, diz psicóloga, terapeuta de casal e família, Marina Simas de Lima, cofundadora do Instituto do Casal.
Por outro lado, a questão de assumir-se ou não está quase sempre ligada à imagem que essa pessoa tem na sociedade. “Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade homofóbica e moralista. Assumir a homossexualidade, depois de anos de casamento, implica em correr o risco de perder o status, de arranhar a imagem perante a família, os filhos, parentes e amigos e de perder a segurança que essa relação oferecia. Por isso, é comum que muitos homens, principalmente, passem anos casados para fazer isso depois dos 40, 50 anos”, diz Marina.
A um pulo da traição
A outra questão envolvida é que uma pessoa homossexual ou até mesmo bissexual, que está em um casamento hetero, tem mais chance de manter relações sexuais fora do casamento, ou seja, é um passo para a infidelidade. “A traição sempre é um trauma dentro de uma relação, porém quando é com uma pessoa de outro sexo, pode ser um golpe ainda mais duro e difícil de lidar”, comentam as especialistas.
A mulher ou o homem que descobre que seu/sua parceiro (a) é homossexual passa por momentos complicados. “A maioria se culpa, acha que isso aconteceu por alguma falha em si. Tentam de todas as maneiras encontrar onde está o erro, porém não há erros. Trata-se apenas de uma orientação sexual que não está ligada a pessoa”, diz Denise.
Tem solução?
Como diz o ditado popular, a única situação que não tem remédio é a morte. Portanto, é possível resolver sim, mas neste caso é importante procurar uma terapia de casal e família, principalmente quando envolver os filhos.
“Nem sempre as crianças têm maturidade para entender o que é a homossexualidade e que o pai ou mãe estão se separando por conta deste motivo. Mas, cada família tem seu próprio funcionamento e isso deve ser respeitado. A terapia pode ajudar o casal e também os parceiros individualmente. Quem fica precisa entender que não há nada de errado consigo e nem se culpar pelo outro ser homossexual. Quem se assumiu precisa se preparar para enfrentar a sociedade, a família, os amigos”, comenta Marina.
“Contar a verdade é sempre a coisa certa a se fazer. É possível que depois do trauma inicial, alguns casais consigam desenvolver uma amizade e isso é muito importante para aqueles que têm filhos. O casamento é a forma de compromisso mais importante que você pode ter com uma pessoa. É uma escolha que requer confiança e honestidade sobre todos os aspectos, inclusive no que tange as preferências sexuais”, concluem as especialistas.
Segundo a psicóloga, terapeuta de casal e família, Denise Miranda de Figueiredo, cofundadora do Instituto do Casal, houve um aumento de casos na prática clínica de homens casados com mulheres assumindo sua homossexualidade, assim como mulheres casadas com homens que acabam preferindo se relacionar com mulheres.
“O que vemos hoje em dia é um novo movimento. Algumas famílias estão se deparando com essa situação em que o homem ou a mulher se assume homossexual e decide pelo divórcio para poder viver de acordo com a sua verdadeira orientação sexual”, comenta Denise.
Entretanto, é uma situação complexa e não se resolve de um dia para o outro. Além disso, as decisões que precisam ser tomadas devem ser pensadas com calma, o que não é fácil quando você descobre que o (a) parceiro (a) tem outra preferência sexual. “Ninguém está preparado para receber este tipo de notícia”, explica Denise.
Sofrimento em ambos os lados
“A pessoa que é homossexual, mas mantém uma relação hetero, vive em dois mundos diferentes. Ele ou ela pode se sentir culpado (a), precisa inventar desculpas o tempo todo, mentir e nos momentos íntimos é possível que o corpo esteja lá, mas a mente não. O sexo pode se tornar desconfortável e causar ressentimento, ou seja, pode-se colocar “culpa” no outro por não vivenciar a sexualidade da forma como ele/ela gostaria”, diz psicóloga, terapeuta de casal e família, Marina Simas de Lima, cofundadora do Instituto do Casal.
Por outro lado, a questão de assumir-se ou não está quase sempre ligada à imagem que essa pessoa tem na sociedade. “Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade homofóbica e moralista. Assumir a homossexualidade, depois de anos de casamento, implica em correr o risco de perder o status, de arranhar a imagem perante a família, os filhos, parentes e amigos e de perder a segurança que essa relação oferecia. Por isso, é comum que muitos homens, principalmente, passem anos casados para fazer isso depois dos 40, 50 anos”, diz Marina.
A um pulo da traição
A outra questão envolvida é que uma pessoa homossexual ou até mesmo bissexual, que está em um casamento hetero, tem mais chance de manter relações sexuais fora do casamento, ou seja, é um passo para a infidelidade. “A traição sempre é um trauma dentro de uma relação, porém quando é com uma pessoa de outro sexo, pode ser um golpe ainda mais duro e difícil de lidar”, comentam as especialistas.
A mulher ou o homem que descobre que seu/sua parceiro (a) é homossexual passa por momentos complicados. “A maioria se culpa, acha que isso aconteceu por alguma falha em si. Tentam de todas as maneiras encontrar onde está o erro, porém não há erros. Trata-se apenas de uma orientação sexual que não está ligada a pessoa”, diz Denise.
Tem solução?
Como diz o ditado popular, a única situação que não tem remédio é a morte. Portanto, é possível resolver sim, mas neste caso é importante procurar uma terapia de casal e família, principalmente quando envolver os filhos.
“Nem sempre as crianças têm maturidade para entender o que é a homossexualidade e que o pai ou mãe estão se separando por conta deste motivo. Mas, cada família tem seu próprio funcionamento e isso deve ser respeitado. A terapia pode ajudar o casal e também os parceiros individualmente. Quem fica precisa entender que não há nada de errado consigo e nem se culpar pelo outro ser homossexual. Quem se assumiu precisa se preparar para enfrentar a sociedade, a família, os amigos”, comenta Marina.
“Contar a verdade é sempre a coisa certa a se fazer. É possível que depois do trauma inicial, alguns casais consigam desenvolver uma amizade e isso é muito importante para aqueles que têm filhos. O casamento é a forma de compromisso mais importante que você pode ter com uma pessoa. É uma escolha que requer confiança e honestidade sobre todos os aspectos, inclusive no que tange as preferências sexuais”, concluem as especialistas.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Gilmar Mendes tenta soltar Eduardo Cunha
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes votou pela soltura do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), aliado de Michel Temer, nesta terça-feira (28), em julgamento de habeas corpus impetrado pela defesa do ex-parlamentar. Mendes foi o único a votar nesse sentido, porém, foi derrotado pelos votos contrários dos ministros Edson Fachin e Dias Toffoli, da segunda turma do STF.
Mesmo com o desejo de Mendes de soltar Cunha, ele ainda permaneceria preso pois ainda há outras três ordens de prisão contra ele. O ex-presidente da Câmara está preso desde outubro do ano passado e foi condenado em março pelo juiz Sérgio Moro a mais de 15 anos de prisão, acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
"Socialite" Day McCarthy, que ofendeu filha de Bruno Gagliasso, não terminou curso supletivo
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| Dayane já ofendeu várias pessoas na web |
Após a polêmica, que, aparentemente, era o que ela buscava, Dayane publicou outro vídeo, afirmando que a cantora Anitta cheirou cocaína na frente dela. "Cheirou pó na minha frente e, se me irritar muito, posto o vídeo", ameaçou no Instagram. Essas são apenas duas das ofensas publicadas pela socialite em suas redes sociais.
Confira a nota divulgada pela assessoria de Anitta sobre o comentário:
"Por meio de nota divulgada por sua assessoria, Anitta manifesta sua indignação sobre o fato de acusações mentirosas ganharem tamanha credibilidade e repercussão. A cantora lamenta profundamente que calúnias absurdas a seu respeito provenientes de correntes de seguidores e likes em redes sociais possam tirar o foco do preconceito, do crime repugnante de racismo e homofobia praticado contra crianças. Anitta se solidariza com todos os que sofrem ataques virtuais por meio das redes sociais e repudia qualquer tipo de preconceito, homofobia, racismo, injúria e mentira. Por fim, a artista faz um apelo para que os meios de comunicação e seus seguidores não deem espaço e credibilidade a discursos de ódio e aproveitadores dessa natureza."
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Temer dá bolsa de estudo para Suzane von Richthofen ir pra faculdade
Agora não faltava mais nada mesmo. O presidente Michel Temer vai pagar a mensalidade do curso universitário da presa Suzane von Richthofen. Enquanto milhares de pais de família e jovens estudantes pobres não conseguem fazer curso universitário, Suzane foi aprovada no Fies, do governo federal.
Condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, a detenta foi pré-selecionada para obter empréstimos para pagar a mensalidade em uma universidade católica privada em Taubaté (SP). O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) divulgou nesta segunda-feira (13) a lista com os nomes dos candidatos aprovados.
Com o nome na lista dos selecionados, o governo Michel Temer pode pagar até 100% do valor do curso da detenta. Para ter direito de acessar o programa, a presa tem que concluir a inscrição no SisFies até esta terça-feira (14).
Suzane se cadastrou para fazer o curso de administração, que é presencial, no período noturno da faculdade Dehoniana. De acordo com as informações obtidas pelo G1 no site do Fies, havia apenas duas vagas disponíveis no Fies para o perfil escolhido pela presa.
No Fies, os estudantes são classificados a partir da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Suzane teria obtido nota 675,08 no exame, que foi feito nos dias 13 e 14 de dezembro de 2016 dentro da penitenciária Santa Matia Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), onde ela está desde 2006.
As aulas na faculdade começaram no último 6 e a mensalidade do curso custa R$ 596 ao mês
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