quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Oito cuidados básicos ao contratar uma agência de viagem

Com as férias de fim de ano, muitas famílias aproveitam a ocasião para tirar alguns dias de folga e viajar. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo, a intenção de viagem por parte do brasileiro subiu de 19,1% para 22,7% no primeiro semestre de 2017. Os dados consideram todas as faixas de renda. Além disso, de acordo com o Boletim de Desempenho Econômico do Turismo (BDET), outro estudo do Ministério do Turismo, as agências de viagens tiveram um crescimento de 5,7% em seu faturamento médio no nesse mesmo período, o que sinaliza o aumento da demanda.

Muitos turistas optam pelas agências por conta da praticidade e comodidade dos serviços oferecidos (reserva de transporte aéreo, passeios com guia, pacotes de hospedagem, locação de veículos etc). Antes de embarcar, porém, é necessário ficar atento a questões burocráticas e de segurança. Em alguns casos, a programação da tão sonhada viagem de férias pode se tornar um verdadeiro problema.  

A ADT, maior empresa de monitoramento de alarme no Brasil, listou algumas precauções que devem ser tomadas ao escolher uma agência de turismo. Confira a lista e saiba como evitar transtornos e garantir a tranquilidade dos dias de folga.

  1. Referências: antes de contratar uma agência, busque por referências, recomendações e comentários sobre a empresa;
  2. Cadastur: seja transporte interestadual ou internacional, rota própria ou terceirizada, a agência e a transportadora devem ter registros no Cadastur, sistema de cadastro de pessoas físicas e jurídicas do Ministério do Turismo. Verifique, também, se a agência é associada à Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagem);
  3. Contrato: solicite por escrito tudo o que está sendo contratado (hospedagem, companhia aérea, hotel etc);
  4. Confirmação de reserva: o consumidor deve solicitar com antecedência o documento de confirmação de reserva do hotel, o recibo da fatura de hospedagem, a marcação de assentos e o roteiro da viagem;
  5. Opções de passeios turísticos: muitas agências oferecem passeios turísticos sem avisar ao consumidor que o serviço é cobrado à parte. Atente-se a isso;
  6. Promoções: promoções com valores estonteantes devem ser estudadas e avaliadas com cautela;
  7. Cancelamento: em caso de cancelamento do serviço por parte da agência sem a autorização do cliente, é recomendável acionar o Procon, órgão de defesa do consumidor do seu estado. Se o consumidor desistir da viagem, é preciso comunicar à agência de turismo ou operadora por escrito, estando sujeito ao pagamento de multa prevista em contrato;
  8. Desastres climáticos: caso o consumidor tenha comprado uma viagem para locais que estejam passando por situações de emergência comprovada, como furacões e enchentes, é possível optar pela troca do pacote para outra data e local, sem custos adicionais, ou o cancelamento do contrato;

Também vale a pena ficar atento à recomendações para evitar o furto de bagagens em aeroportos. Confira aqui algumas dicas.

Pães com fermentação natural ganham o mercado


Os pães têm lugar marcado no cardápio da maior parte dos brasileiros, e de alguns anos para cá, uma receita antiga está voltando à moda: é o pão de fermentação natural. O fermento natural vem sendo usado para garantir uma vida mais saudável sem deixar o alimento de lado e também, para garantir um gostinho ainda mais especial.

Feito apenas com farinha e água, os pães de fermentação natural levam o dobro de tempo de um pão feito com fermento industrializado além de ser mais saudável, já que levam menos aditivos químicos. “A base do nosso pão é apenas água e farinha francesa, que juntos eles começam a agir e formam o fermento natural. Esse processo leva até 7 dias para ficar pronto”, explica o chef da Prestinaria – A Casa dos Pães, Rodrigo Machado.

Além dos aspectos nutricionais, o pão com fermentação natural tem também um gosto diferente do que o de costume. Devido ao processo, o pão apresenta uma acidez maior. A crocância é outro destaque, sendo o dobro dos pães normais. Segundo Rodrigo Machado, o público tem procurado cada vez mais esses diferenciais.

“Até há pouco tempo, aqui na Prestinaria fazíamos apenas um pão com fermentação natural por dia. Hoje já são nove opções, e o público pede cada vez mais”, detalha o chef. Na casa curitibana é possível encontrar uma vasta opção de pães com fermentação natural: baguete francesa, baguete de grãos, fougasse, pain marron, espelta, campagne, rústico e sarraceno.

Segundo o chef Carlos Henrique Mancuzo, do Centro Europeu, o famoso pão francês não está com os dias contados, mas já vem perdendo espaço no mercado, “estamos acostumados a comer um pão francês que atualmente é produzido com muita química e quando provamos do fermento natural, temos uma digestão melhor, o que acaba fazendo com que a procura seja maior”, comenta.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Mais de 4 mil trabalhadores conseguem emprego por meio do Sine Fácil

O aplicativo Sine Fácil tem ajudado a aproximar trabalhadores das vagas abertas no país. Desde o seu lançamento, há seis meses, foram 4.069 contratados por meio da plataforma digital. São Paulo se destacou pelo maior número de colocações, com 1.349 pessoas efetivadas.

Esses números são importantes para analisar o funcionamento do aplicativo, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. "O Sine Fácil foi criado com o objetivo de tornar mais fácil a vida do trabalhador que busca uma recolocação no mercado de trabalho, e do empregador, que precisa ampliar seu quadro de pessoal. O Ministério do Trabalho procura ser o facilitador, e os números nos mostram que nossas expectativas estão sendo correspondidas", observa o ministro.

Nos seis meses de funcionamento, o Sine Fácil encaminhou 200.340 mil trabalhadores às vagas ofertadas. Até a última quarta (29/11), havia 31.556 vagas abertas em várias atividades profissionais e 79.453 candidatos cadastrados no portal – média de 2,51 pessoas cadastradas por vaga.

ESTADOS

Os estados com maior número de contratações realizadas com a intermediação do Sine Fácil depois de São Paulo foram Paraná (620), Bahia (461), Ceará (262), Goiás (249), Mato Grosso do Sul (186), Minas Gerais (184) e Pernambuco (182).

A ferramenta, que funciona em qualquer celular com sistema operacional Android ou iOS, pode ser instalada gratuitamente a partir de lojas de aplicativos, por meio da qual os trabalhadores conseguem acessar as vagas de emprego disponíveis no Sine de todo o país e se candidatarem a elas de maneira simples e rápida. 

O Sine Fácil é resultado da parceria entre MTb e a Dataprev, responsável pelo desenvolvimento da plataforma digital.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

As 10 profissões mais em alta no Canadá em 2017

Em busca por uma vida de mais qualidade e empregos melhores, brasileiros estão buscando outros países para viver. Um deles é o Canadá, o país tem um bom acolhimento e ofertas de emprego das mais variadas. Se você está indo de vez pro Canadá ou pretende ir um dia em busca do seu sonho, confira aqui as 10 profissões mais em alta no Canadá em 2017. Sabendo por onde começar é mais fácil se inspirar e capacitar-se para conseguir as melhores vagas e alcançar o tão sonhado desejo de ter uma vida melhor!

Abaixo, você pode visualizar como ficou esse material super rico visualmente, produzido pelo Eta Canadá:


Bitcoins e a regulação da atividade econômica

Há tempos que o investimento em bitcoin, a moeda virtual mais conhecida do mundo, não está restrito aos amantes de tecnologia. Sua intensa valorização (ultrapassando a barreira de US$10 mil na última semana) tem causado grande furor no mercado financeiro e desperta o interesse de investidores comuns, que pouco entendem sobre o funcionamento do bitcoin. A despeito do crescente interesse pela moeda virtual, seu uso divide opiniões.

De um lado, reforçando a perspectiva dos seus entusiastas, o bitcoin tem sido cada vez mais aceito como meio de pagamento em segmentos diversos. Dentre os argumentos em favor do uso da moeda virtual estão a facilidade e a velocidade nas transações internacionais, uma vez que ela não está sujeita a regulamentação de nenhuma autoridade financeira.

De outro lado, as autoridades monetárias alertam o fato de tratar-se de uma moeda sem conversão garantida para moedas soberanas, sendo assim um investimento de alto risco e altamente vulnerável a ataques especulativos. Para a professora de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, Leila Pellegrino, “os críticos da moeda virtual chamam atenção para o fato de que a ausência de arcabouço legal e regulatório para criptomoedas possibilita seu uso para transações ilícitas”.

Segundo a especialista, “o debate acerca do uso e difusão da moeda virtual transcende sua dimensão tecnológica, configurando-se como uma questão de definição do grau de regulação da atividade econômica que se deseja.” Assim, cabe perguntar: Nosso capitalismo é suficientemente maduro para prescindir de regulação?