quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Sem taxa de franquia: redes eliminam valor para atrair novos franqueados


Sem taxa de franquia: redes eliminam valor para atrair novos franqueados. Emagrecentro prefere apostar retorno a médio e longo prazo por meio de royalties. Já a rede Zaeli não cobra taxa de franquia nem royalties.

Para atrair novos franqueados, algumas redes de franquias optam por abrir mão da taxa de franquia, aumentando assim a confiabilidade da negociação bem como diminuindo o valor total de investimento. Confira no Portal Sua Franquia: a rede Emagrecentro prefere apostar em retorno a médio e longo prazo por meio de royalties. Já a rede Zaeli, a Champion Fried Chicken e a Champion Empada & Café não cobram taxa de franquia nem tampouco royalties.

Conheça a seguir os diferenciais e valores de investimento das três redes de franquias:

Emagrecentro

Com o diferencial de mercado de não cobrar taxa de franquia, apenas royalties a médio e longo prazo, a rede de franquias Emagrecentro acumula uma trajetória de 31 anos no segmento de estética e emagrecimento.

Para ter um modelo de negócios com investimento inicial de apenas R$58 mil para novos franqueados, Edson Ramuth, médico e fundador do Emagrecentro, abriu mão de cobrar a convencional taxa de franquia por acreditar no potencial do negócio e no retorno a médio e longo prazo com os royalties cobrados dos franqueados.

Além de não cobrar taxa de franquia, outra vantagem da marca está no custo de implantação de uma nova unidade. Considerando que 50% dos custos de implantação de uma clínica de estética e emagrecimento correspondem à compra de equipamentos, a marca tem negociações vantajosas com fornecedores do ramo para que seus franqueados possam adquiri-los com cerca de 50% de desconto.


Zaeli

A Zaeli, fabricante de alimentos fundada há quase 50 anos na cidade de Umuarama, no Paraná, resolveu expandir sua atuação para na região metropolitana de São Paulo por meio de uma rede de franquias.

Os principais atrativos da Zaeli, além da qualidade e tradição dos seus mais de 350 itens de produtos são os preços dos produtos, mais baixos em relação à média do mercado. O projeto de rede de franquias prevê a abertura de 100 lojas e busca empreendedores que moram em regiões com elevado movimento comercial e conheçam os consumidores locais.
Segundo a marca, o perfil ideal para novos franqueados é aquele que possui imóveis com perfil comercial e que querem abrir um próprio negócio. Dentre as vantagens que a empresa irá oferecer para os primeiros franqueados estão isenções nas taxas de franquia e royalties.  Além disso, os estoques iniciais serão financiados pela indústria e o empreendedor só pagará pelos produtos após as primeiras vendas.

O investimento inicial para novos franqueados é a partir de R$155 mil, o que inclui reforma do imóvel, equipamentos e marketing de inauguração.

Rede Champion

Inaugurada em janeiro de 2016, a rede Champion, que detém as marcas Champion Fried Chicken e Champion Empada & Café, com oito unidades no Rio de Janeiro. Com investimento inicial de R$ 100 mil é possível fazer parte da rede que aposta no preparo artesanal e na receita exclusiva do tempero do frango frito, desenvolvida com 21 especiarias.

Por enquanto, os interessados em ter seu próprio negócio com a marca não pagam taxa de franquia nem royalties. Á frente do negócio está uma empreendedora experiente e com amplo conhecimento em gastronomia, a chef de cozinha baiana Maria Selma Mata.

O investimento inicial para o modelo de negócios “quiosque” é a partir de R$100 mil e para o “loja” é a partir de R$130 mil.

Alta no preço da gasolina e do etanol torna o GNV até 52% mais econômico

Em 2017, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o valor médio da gasolina vendida nos postos brasileiros subiu 9,16%. Nas últimas semanas, o preço do combustível teve um novo aumento e chegou a R$ 4,07 o litro - e o do etanol em R$ 2,99(*). Neste cenário, quem tem o veículo convertido para o Gás Natural Veicular (GNV) acaba economizando na hora de abastecer.

Além da economia na bomba, o GNV é menos poluente que os combustíveis líquidos e ainda rende mais - chegando a rodar quase o dobro em comparação ao etanol. Com o GNV, o veículo roda, em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro. No Paraná, um quilômetro com GNV custa R$ 0,19 contra R$ 0,38 da gasolina e R$ 0,40 do etanol. "A economia para quem abastece com GNV pode chegar a 52%. E os motoristas ainda têm desconto no IPVA", explica Mauro Melara, gerente do segmento veicular da Companhia Paranaense de Gás (Compagas).

Para os carros movidos a gás natural, o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, contra os 3,5% do valor sobre os automóveis movidos a gasolina e/ou etanol.  “Com a economia no IPVA e no abastecimento, em poucos meses o motorista recupera o valor gasto na conversão. E, com a nova geração dos kits de GNV, o veículo mantém o desempenho e a durabilidade do motor", afirma Melara.

De acordo com a Compagas, qualquer veículo pode ser convertido para o GNV - o custo para tal fica entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. Para garantir a segurança no uso do combustível, é preciso fazer a conversão somente em oficinas credenciadas pelo INMETRO. Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas conta com 36 postos revendedores de GNV, distribuídos pelas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de um em Londrina, que comercializa o gás fornecido pela GasLocal. São mais de 34 mil veículos que já utilizam o gás natural no estado e 18 oficinas credenciadas pelo INMETRO para efetuar a conversão. No site http://compagas.com.br/simulador-de-economia-gnv é possível fazer as contas e descobrir o quanto cada motorista pode economizar com o GNV.

(*) O preço dos combustíveis estão conforme o Sistema de Levantamento de Preços da ANP disponível em anp.gov.br para o período de 24/12/2017 a 30/12/2017.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

10 dicas para manter a sua bolsa novinha

A bolsa é um acessório muito usado, em geral por mulheres, mas hoje em dia, deixou de ser uma peça apenas do guarda roupas feminino. Todos a utilizam a sua maneira. Seja no dia a dia, ou em ocasiões especiais, cada bolsa exige um cuidado especial, e é importante ficar de olho nas suas especificações para mantê-la bonita e poder usá-la por muito mais tempo. Para isso, o Ella Parvatti preparou esse infográfico com as 10 dicas para manter a sua bolsa novinha por mais tempo.

Abaixo, você pode visualizar como ficou esse material super rico visualmente, produzido pelo Ella Parvati:


Para quase metade dos brasileiros, combate à corrupção deve ser a prioridade do próximo presidente, mostra pesquisa do SPC Brasil

Em outubro de 2018 os brasileiros irão às urnas mais uma vez a fim de escolher um novo representante para Presidente da República. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pesquisaram quais são as características desejadas para o próximo presidente na opinião dos brasileiros e também a lista de prioridades para aquele que vencer a disputa. O levantamento mostra que para 47% dos brasileiros o combate à corrupção deve estar na lista de principais prioridades do novo governante – já 39% citaram o investimento na saúde e 33% o investimento na educação. Em seguida aparecem a segurança pública (32%) e a geração de empregos (29%).

Ao avaliar como deveria ser o próximo presidente, 70% desejam que seja alguém que realize projetos de melhorias para a população na saúde e educação e em obras de infraestrutura. Entre as principais características pessoais que são determinantes para que votem em um candidato estão a honestidade (50%), ser alguém que cumpre o que promete (35%) e que saiba abrir mão dos seus interesses particulares em benefício dos interesses da população (32%).

Já a maior parte dos entrevistados (63%) afirma que não votaria de forma alguma em um candidato envolvido em escândalos de corrupção e 34% jamais votariam em alguém distante da população e que não conhece os problemas do povo.
 

“Tudo vai continuar a mesma coisa”: 47% estão indiferentes em relação às eleições

A pesquisa mostra que 47% dos brasileiros estão atualmente indiferentes com a eleição presidencial de 2018, por acreditarem que tudo continuará a mesma coisa. Outros 26% estão otimistas, acreditando que as coisas vão melhorar e 16% estão pessimistas.

Entre os que acreditam na melhora do país após as eleições, os principais motivos são a crença de que o próximo presidente poderá tirar o Brasil da crise (47%) e porque os políticos e empresário corruptos estão sendo presos (34%).

Entre os que acham que as coisas vão piorar depois das eleições, os principais motivos são considerar que o povo brasileiro não sabe votar nem cobrar seus governantes a realização das promessas feitas (50%), porque os principais políticos e empresários envolvidos em corrupção não foram presos ou punidos (49%) e porque mesmo com as prisões e investigações já realizadas a corrupção não acabou (44%).

A nota média para a esperança de que o Brasil vai melhorar depois das eleições é de 5,6, em uma escala de 0 a 10.
 

Somente 6% dos brasileiros esperam continuidade das atuais diretrizes do presidente

Ainda que um percentual expressivo dos entrevistados esteja indiferente a respeito do presidente da república a ser eleito em outubro, sete em cada dez entrevistados esperam que o novo governante faça uma grande mudança em relação ao que vem sendo feito (74%). Outros 20% desejam mudanças, mas também querem a manutenção de alguns programas e reformas e somente 6% esperam continuidade às diretrizes do atual presidente.

“Não há consenso total entre os brasileiros em relação às reformas estruturais em andamento no país, de acordo com a pesquisa”, afirma o superintendente do SPC Brasil, Flávio Borges. “Algumas são consideradas fundamentais e deveriam prosseguir, enquanto outras são tratadas com menos importância – sendo que, neste caso, boa parte dos entrevistados pensa que o melhor seria o presidente eleito em 2018 interrompê-las, ou então continuar com elas, desde que haja correções de rumo”.

Em relação às medidas e reformas que já estão em andamento:
 
Reforma Trabalhista

- 47% a consideram pouco ou nada importante e 46% importante ou muito importante;
- 58% acreditam que o próximo presidente deve continuar com a reforma; mas 49% avaliam que a proposta precisa de ajustes;
- 31% acreditam que a reforma deve ser paralisada. 


Reforma da Previdência

- 49% a consideram pouco ou nada importante e 45% importante ou muito importante;
- 58% acreditam que o próximo presidente eleito deve continuar com a reforma; mas 50% acreditam que a proposta precisa de ajustes.
- 31% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma. 


Reforma Política

- 66% a consideram importante ou muito importante e 27% a consideram pouco ou nada importante;
- 73% acreditam que o próximo presidente eleito deve dar continuidade a reforma; mas 60% esperam que a proposta tenha ajustes;
- 11% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma. 


Mudanças na Política Econômica

- 66% consideram as mudanças na política econômica importante ou muito importante e 25% consideram as mudanças pouco ou nada importante;
- 72% acreditam que as mudanças devem continuar, principalmente com grandes ajustes (59%);
- 12% acreditam que o próximo presidente deve paralisar as mudanças. 


Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 682 pessoas, entre 27 de novembro e 07 de dezembro de 2017, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.
 
Clique no link a seguir para acessar a íntegra da pesquisa:
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Correção de orelha de abano dispensa cirurgia

Você sabia que a tradicional orelha de abano pode aparecer em um recém-nascido? Não se trata só de um problema que atinge crianças e adultos.
Nos casos dos bebês, essa deformidade pode ser facilmente corrigida. Se um procedimento simples for feito até o pequeno completar trinta dias de vida, a orelha de abano nem fará parte das memórias de infância. Quem garante é o cirurgião plástico Dr. Maurício Orel, Cirurgião Plástico especialista no assunto e que trabalha com a técnica desde 2016.
“Como a orelha ainda não está completamente formada, porque o nenê está em fase de desenvolvimento do corpo, é possível corrigi-la por meio de um molde de silicone. Uma forma que não agride o recém-nascido”, explica Orel. Ele também esclarece que a indicação da otoplastia (cirurgia da orelha) só é feita para crianças acima de 6 anos. "O uso da prótese dispensa a cirurgia e proporciona um resultado rápido e eficaz.”

Apesar de afetar de 2 a 5% da população mundial, um número considerado pequeno, essa deformidade abala a qualidade de vida de quem a possui. Em muitos casos, os portadores são vítimas de bullying, gerando problemas psíquicos.

Molde de silicone
“O diagnóstico precoce é um fator determinante”, salienta o especialista, reforçando como a atenção dos pais à saúde do bebê é essencial para a detecção precoce do problema.
A prótese de silicone, batizada de EarWell ® nos Estados Unidos, remodela a cartilagem da área rapidamente, tratamento nada invasivo e indolor, segundo Orel. A prótese serve tanto para corrigir orelha de abano como vários tipos de outras deformidades na orelha, menos conhecidas. Tal prótese possui Anvisa no Brasil.
Primeiramente, é preciso moldar a prótese conforme o formato da orelha e a necessidade de reparação, procedimento que deve ser feito pelo cirurgião plástico. Depois, é só fixá-la na orelha com o auxílio de adesivos. O tempo de uso da prótese também é determinado pelo médico, mas, geralmente, costuma ser de 30 a 45 dias. “A EarWell ® resolve questões puramente estéticas e não trata ou interfere em aspectos auditivos”, ressalta.
O bebê recebe de sua mãe, através do cordão umbilical, hormônio estrógeno, responsável por amolecer as cartilagens e permitir a passagem da criança pelo canal do parto. Após 30 dias de vida, o hormônio começa a diminuir e a orelha a ficar mais rígida, por isso a correção via prótese de silicone não é mais eficaz. “Recebo muitas crianças com mais de 45 dias de vida e, infelizmente, não mais posso realizar o procedimento. Pediatras desconhecem e não informam os pais da disponibilidade de tal produto”.
Orel reforça que a modelagem é uma forma muito comum usada pelos pais quando percebem a orelha de abano em seus bebês e que, apesar de não ser definitiva, pode fazer uma pequena diferença. “Os pais costumam colocar faixas de pano e evitar que o bebê durma apenas de um lado. Mas, feita de maneira caseira não tem eficácia, pois a orelha não é modelada de forma constante e por grandes períodos”, informa.
O cirurgião plástico afirma que as imperfeições na cartilagem da orelha podem ser ocasionadas por fatores genéticos ou pela posição intrauterina do bebê. Além da orelha de abano, outras deformidades que aparecem são conhecidas como cálice, quando o órgão é projetado para fora e possui formato fechado, parecendo o objeto que dá nome ao problema; ptosada, quando a orelha apresenta sua parte superior dobrada; padrões mistos, ou seja, quando mistura características de abano, cálice e ptosada, e pontiaguda (orelha de Stahl), que lembra a orelha do personagem Spock, da série “Jornada nas Estrelas”.

Como reconhecer a orelha de abano
Muitos pais têm dúvidas se a orelha está em abano ou não. Maurício Orel dá a dica: “Basta medir com uma régua a distância entre a orelha e o crânio. A distância normal em bebês recém-nascidos é de até 7 mm. Se a distância for maior que 9 mm, é sugerido fazer o procedimento para que a projeção da orelha diminua e tenham características normais.