sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Plataforma oferece cursos de idiomas 100% gratuitos

Cláudio Matos, sócio-fundador (Divulgação Kultivi)
Diante do alto custo das escolas de idiomas tradicionais, a alternativa viável para muitos é buscar o conhecimento na internet ao decidirem embarcar nos estudos de uma nova língua. Para auxiliar usuários que não podem arcar com mensalidades astronômicas e querem aprender de forma prática e efetiva, a plataforma de ensino Kultivi (www.kultivi.com) oferece aulas de inglês, espanhol e francês de forma 100% gratuita.

Por meio de um rápido cadastro, que requer apenas nome, e-mail e senha, o usuário terá acesso a 357 videoaulas, divididas em módulos de acordo com seu nível de fluência e, de forma independente, poderá decidir quando e onde estudar.

“Oferecemos flexibilidade e praticidade para quem deseja aprender uma nova língua, mas não pode se comprometer com horários, deslocamento ou preços desconcertantes”, explica Cláudio Matos, sócio-fundador da Kultivi.

Os três cursos de idioma já somam mais de 11 mil inscritos, que também têm acesso a todo o material visual utilizado pelos professores, podendo baixá-lo em PDF. “A plataforma foi pensada para as necessidades do público, desde os estudantes aos profissionais que têm pouco tempo. O período de férias é um momento excelente para estudar sem grandes preocupações”, aconselha Cláudio.

A Kultivi também oferece cursos on-line voltados para concursos públicos, OAB e Enem e conta, no total, com mais de 1.500 aulas e quase 60 mil alunos. “Nosso objetivo é oferecer ensino gratuito e de qualidade de forma prática. Em breve, também disponibilizaremos um banco de dados com conteúdo e atividades para acompanhar as videoaulas”, afirma o sócio-fundador.

Shoptime lança reality show para escolher novo apresentador

O Shoptime promoverá o reality show "Procura-se: um apresentador" para escolher um novo talento, que vai se juntar ao time atual. Os candidatos podem se inscrever até o dia 31 de janeiro no endereço www.shoptime.com.br/apresentador.

Ao todo, 16 participantes serão selecionados para disputar uma vaga no maior canal de home shopping da América Latina.

“Estamos lançando formato inovador para escolha de um novo apresentador. É a primeira vez que um canal de TV realiza um reality show com esse objetivo. O mais interessante é que o público vai escolher o vencedor”, afirma Vasco Crivelli Visconti, diretor do Shoptime.

Os apresentadores já conhecidos do público Flávia Bonato, Renata Pitanga, Adriana Tolentino e André Saporetti vão liderar quatro times que disputarão o reality, que será transmitido em março. Ciro Bottini, um dos principais vendedores televisivos do Brasil, passará seus conhecimentos técnicos e participará de diversas etapas do programa.

As provas serão baseadas na venda e divulgação de produtos de grandes marcas e do Shoptime. A avaliação levará em conta a performance no vídeo e o conteúdo apresentado sobre os produtos.

Durante cinco semanas, nove episódios serão transmitidos sempre às terças e quintas, às 20h, pelo YouTube do Shoptime e canais 529 da Net HD,31 da Sky, 78 da Oi TV e parabólica. No último programa, com transmissão ao vivo, o vencedor será anunciado após votação do público pelas redes sociais do Shoptime.

Os episódios e conteúdos exclusivos estarão disponíveis nas mídias sociais do Shoptime. 

Reajustes de preços do gás de cozinha passam a ser trimestrais

Conforme anunciado em dezembro, a Petrobras realizou a revisão de sua política de preços do GLP de uso residencial, comercializado em botijões de até 13 kg, e definiu novos critérios para aplicação dos reajustes, além de uma regra de transição para 2018, que reduzirá o preço do GLP vendido nas refinarias em 5% a partir de amanhã (19/01).

O objetivo, conforme já anunciado, foi suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico, ao mesmo tempo em que se mantém o disposto na Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética, que reconhece como de interesse da política energética nacional a prática de preços diferenciados para a comercialização do GLP de uso residencial.

A Petrobras acredita que estes novos critérios permitirão manter o valor do GLP referenciado no mercado internacional, mas diluirão os efeitos de aumentos de preços tipicamente concentrados no fim de cada ano, dada a sazonalidade do produto. A referência continuará a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu, acrescido de margem de 5%.

Após a redução que entrará em vigor amanhã, o preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg. Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

As principais mudanças na política de preços são detalhadas a seguir:

           1)    Os ajustes de preços passam a ser trimestrais em vez de mensais, com vigência no dia 05 do início de cada trimestre.

           2)    O período de apuração das cotações internacionais e do câmbio que definirão os percentuais de ajuste será a média dos doze meses                             
anteriores ao período de vigência e não mais a variação mensal.

          3)    Reduções ou elevações de preços superiores a 10% terão que ser autorizadas pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços, formado pelo        presidente da Petrobras e pelos diretores de Refino e Gás Natural e Financeiro e de Relacionamento com Investidores. Nestes casos, a data de aplicação dos ajustes (dia 05) pode ser modificada. Caso o índice de reajuste seja muito elevado, o GEMP poderá decidir não aplicá-lo integralmente, ficando a diferença para compensação conforme mecanismo adiante detalhado.

         4)    Criação de um mecanismo de compensação que permitirá comparar os preços praticados segundo esta nova política e os preços que seriam praticados de acordo com a política anterior. As diferenças acumuladas em um ano, ajustadas pela taxa SELIC, serão compensadas por meio de uma parcela fixa acrescida ou deduzida aos preços praticados no ano seguinte.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Miguel e Alice são os nomes mais frequentes nas certidões de nascimento de 2017

Nos últimos dias do ano, mentes começam a vagar e a pensar na retrospectiva de 2017. Para contribuir com esses pensamentos, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais, a Arpen, divulgou o ranking dos nomes mais escolhidos para registro nos cartórios brasileiros. A lista veio à tona a partir de um estudo em todas as regiões do país que considerou apenas o primeiro nome, e as variações de nomes compostos mais comuns.

O nome mais registrado no Brasil, neste ano, foi Miguel. No total, 25.710 crianças foram registradas com o nome bíblico e de origem hebraica. Em segundo lugar, fica o nome Arthur, com mais de 21 mil registros. Entre as meninas, o nome mais escolhido foi Alice, com 18.508 registros. E em segundo vem Valetina: cerca de 13 mil meninas foram registradas com o nome, para comprovar o que muitos memes da internet já teriam mostrado.

Mas uma posição do ranking masculino contraria a internet:

O nome Enzo ficou em oitavo lugar, porém veio acompanhado de Gabriel, outro arcanjo. Mais de 10 mil crianças foram registradas com o nome Enzo Gabriel. E ainda assim, Enzo não deixa de ter substituído o nome João, que não entrou no ranking.


A situação muda completamente quando são analisados apenas os primeiros nomes de registro. João foi o nome mais escolhido e está em 44 mil certidões de nascimento, seguido de Ana, que teve 41.500. Já Miguel, que estava em primeiro, não aparece mais.

Por fim, os nomes compostos mais registrados são: Maria Eduarda, Maria Clara e Maria Luiza. Entre os meninos, João Miguel, João Pedro e João Lucas são destaque.

Organis prevê 2018 como um ano desafiador para setor de orgânicos

Na avaliação do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), o setor de orgânicos deverá registrar crescimento em 2017, tanto no mercado interno como no mercado externo, que continuará aquecido com crescimento de dois dígitos nos Estados Unidos e em torno de 6% na Europa.  Em 2018, o Brasil terá crescimento em torno de 20% de novos produtos e caso a cadeia animal se desenvolva poderá chegar a 30%.

“Passamos mais um ano com um setor que cresce pela forte demanda por produtos saudáveis e sustentáveis, maior percepção de produtos lançados com maior valor agregado e de novos empreendedores, que aumenta a cada dia. O Brasil ainda não dispõe de dados estatísticos de área certificada e de produção, mas apenas de unidades produtivas registradas, e este número vem crescendo a cada ano. Atualmente o MAPA lista cerca de 17.000 unidades produtivas cadastradas, número que aumentou cerca de 20% do ano passado. Verificamos, também, interesse de novos investidores e fundos de investimentos nacionais e internacionais buscando valores e retornos que tenham a sustentabilidade como foco para negócios de médio e longo prazo”, explica Ming Liu, diretor do Organis.

Segundo a entidade, o mercado externo continua a pleno crescimento e a previsão é de fechar 2017 perto de US$150 milhões de dólares em exportações, no grupo de 50 associados do Organis. “As empresas associados ao ORGANIS representam já faturamento de cerca de R$ 2,5 bilhões de reais, sendo que grande parte tem em sua linha produtos convencionais e orgânicos, mas a cada ano a fatia de produtos orgânicos vem crescendo a taxas mais altas do que as linhas de produtos convencionais”, explica Ming Liu.

No Brasil, além dos orgânicos, os segmentos de produtos naturais e de nutracênicos têm crescido muito, como explica o diretor do Organis: “Certamente os orgânicos estão dentro do radar de qualquer consumidor mais consciente, mas não é o único segmento. Atualmente conceitos como produtos naturais, sustentáveis, funcionais, e os produtos livres de glúten, lactose, transgênicos, enfim, são “bandeiras” que qualquer empresa no segmento de alimentação tem que estar presente. Não sobreviverão empresas que não esteja em compasso com o que o consumidor procura”.

Um ponto muito positivo para os negócios é que os fundos de investimento têm se aproximado do setor. “Os orgânicos e naturais são a bola da vez. Há, porém, uma situação diferenciada: os fundos sempre procuram empresas que estejam na faixa de faturamento mínimo de R$20 milhões/ano, que limita a poucas empresas que podem ser compradas ou investidas. A maioria das empresas são muito pequenas e ainda em estágio incubatório, há ainda muita informalidade e falta de escala. Esperamos que este processo entre na nossa realidade, pois grandes empreendedores, com ideias inovadoras, estão em um nível de faturamento abaixo de R$10 milhões/ano. Cabe a nós do setor orientar para que olhem para empresas menores, pois o mercado não é o mesmo nos países mais desenvolvidos e que tem um processo regulatório de mais tempo”, considera Ming Liu.

Para o Organis, a entrada das multinacionais no mercado de orgânicos no Brasil é positiva e segue a mesma tendência dos mercados mais maduros, porém os alvos de fusões são bem menores e em grande parte micro e pequenos empreendedores. “Para o setor acho que é importante a entrada de empresas maiores, pois este será um fator para aumentar a escala na cadeia produtiva”.

E os desafios para 2018? Ming Liu acredita que organizar o setor continua sendo imprescindível: “Precisamos que haja mais união no setor em suas cadeias primárias e secundárias e de serviços. Precisamos ter estatísticas primárias de produção, conhecer quem são os atuantes na produção, comercialização e processamento desse mercado, em tamanho e segmento, e como podemos criar políticas públicas e estratégias de desenvolvimento da cadeia. O setor já tem um grande número de formadores de opinião que disseminam os valores e conceitos, como: nutricionistas, médicos, ambientalistas, artistas, esportistas, enfim, formadores de opinião relevantes. Precisamos também atuar mais próximo ao consumidor. Educar, educar e educar. Os produtos orgânicos já estão sendo comercializados por quatro principais canais de acesso ao mercado: as tradicionais redes de varejo convencional, que a cada dia aumenta a oferta de produtos de forma segmentada ou quando o produto é industrializado junto com produtos convencionais; lojas especializadas individuais ou na forma de franquias de lojas de produtos naturais e orgânicos; venda direta por feira (há mais de 600 feiras de produtos orgânicos no país) e, por último, a modalidade de entrega de cestas a domicílio ou venda por internet”.

O Organis, como entidade representativa do setor, fecha o ano com saldo positivo: realizou a primeira pesquisa do perfil do consumidor orgânico no Brasil, identificou quais são as cidades mais conscientes para o consumo e como percebem o movimento orgânico sob ponto de vista mercadológico. A entidade tem representação no Ministério da Agricultura, no CONSEA, além de encabeçarações comerciais e institucionais em nível nacional.